Adriano Marcelo Bonilha, do União Brasil, é eleito prefeito de Brejo Alegre em eleições suplementares
17/05/2026
(Foto: Reprodução) Adriano Marcelo Bonilha foi eleito prefeito de Brejo Alegre
Instagram/ Reprodução
O candidato do União Brasil, Adriano Marcelo Bonilha, foi eleito prefeito de Brejo Alegre nas eleições suplementares realizadas neste domingo (17).
Com a cassação dos mandatos do prefeito e vice, em janeiro deste ano, a Justiça Eleitoral convocou os moradores para eleger novamente os representantes do Executivo municipal, que voltaram à urnas quase dois anos depois das eleições municipais de 2024.
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Prédio da Prefeitura de Brejo Alegre (SP)
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De acordo com o Tribunal Regional Eleitoral (TRE-SP), 3.993 eleitores estavam aptos a votar em Brejo Alegre neste domingo. Duas chapas concorrem às cadeiras de prefeito e de vice :
CHAPA UNIÃO BRASIL
Prefeito - Adriano Marcelo Bonilha (União Brasil) - eleito com 1.157 votos - o que corresponde a 52,40% dos votos válidos.
Vice - Gui da Maysa (União Brasil).
CHAPA MDB/PSD
Prefeito - Wilson Marques Leopoldo (MDB) - recebeu 1.051 votos - o que corresponde a 47,60% dos votos válidos.
Vice - Washington da Saúde (PSD)
A eleição suplementar foi organizada da 25ª Zona Eleitoral de Birigui.
Dia de votação: Brejo Alegre escolhe novo prefeito neste domingo
Justificativa
Quem não pode votar em Brejo Alegre neste domingo, ainda pode apresentar a justificativa até 16 de julho por meio do aplicativo e-Título, do Sistema Justifica, disponível no site do TSE, e de requerimento formulado perante a zona eleitoral. Não haverá mesas de justificativa nos locais de votação, conforme informação do TRE.
Eleição suplementar
A eleição suplementar foi marcada após decisão da Justiça Eleitoral que cassou os diplomas de Rafael Alves dos Santos (PSD) e Wilson Marques Leopoldo (MDB), eleitos em 2024 com 1.509 votos, o equivalente a 57,75% dos votos válidos.
Segundo o processo movido pelo Ministério Público Eleitoral, houve abuso de poder econômico e político, envolvendo supostas transferências irregulares de títulos eleitorais para o município em troca de benefícios.
Em janeiro deste ano, o Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo manteve a cassação da chapa.
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