Prefeitura de Taubaté publica edital para contratar nova gestora do Hmut
14/07/2026
(Foto: Reprodução) Hospital Municipal Universitário de Taubaté (HMUT)
TV Vanguarda/Arquivo
A Prefeitura de Taubaté publicou nesta terça-feira (14) o edital para contratar uma nova organização social (OS) responsável pela gestão do Hospital Municipal Universitário de Taubaté (Hmut).
A nova licitação ocorre após a administração municipal anunciar que não vai renovar o contrato com a Santa Casa de Misericórdia de Chavantes, atual gestora da unidade. O vínculo entre a prefeitura e a entidade termina em 31 de julho.
Com valor aproximado de R$ 11 milhões mensais, o novo contrato de gestão terá vigência inicial de 12 meses, com possibilidade de prorrogação. A abertura dos envelopes está prevista para o dia 2 de setembro, às 9h, na Sala de Reuniões da Comissão de Licitações da Prefeitura.
O documento prevê regras de controle e fiscalização do contrato. Haverá prestação de contas mensal, avaliação trimestral e acompanhamento de metas.
Algumas das metas previstas são:
Acolhimento humanizado
Segurança do paciente
Manutenção do ensino e da pesquisa ligados à universidade
Integração com a rede municipal e regional de saúde
Fortalecimento das linhas de cuidado, incluindo a área materno-infantil
Segundo a prefeitura, no processo de transição da administração do hospital será feito um contrato emergencial para evitar interrupção dos atendimentos à população.
Contrato para gestão do Hmut termina em 31 de julho
O Grupo Chavantes informou que já foi comunicado oficialmente sobre o encerramento da gestão e iniciou o processo de comunicação aos funcionários e fornecedores. Em nota, a entidade afirmou que manteve interesse em continuar administrando o hospital e criticou a decisão da prefeitura.
Relembre
A Santa Casa de Misericórdia de Chavantes assumiu a gestão do Hospital Municipal Universitário em 2024, ainda na administração do ex-prefeito José Saud.
Neste ano, a prefeitura e a organização social passaram a travar uma disputa judicial. O município chegou a reter repasses, alegando descumprimento de metas contratuais, enquanto a entidade contestou a medida.
A prefeitura já havia tentado contratar uma nova gestora por meio de chamamentos públicos anteriores, mas os processos acabaram suspensos ou alterados.
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